Fisiopatologia de tendinite por esforço repetitivo




O colágeno, submetido a constante tensão modifica a sua estrutura molecular, perdendo a resistência.

A elastina mantém as características de deformação elástica até 4% do comprimento original do tendão, além destes valores, a deformação pode ser plástica e definitiva. Com 8% de alteração no comprimento total já ocorre a ruptura.

A solicitação constante e excessiva, muita das vezes além do limite da elasticidade e resistência do tendão, determina mudanças na sua estrutura molecular e histológica, provocando processo inflamatório reacional.

A presença de processo inflamatório determina modificações estruturais que favorecem a determinação plástica do tendão e as microrrupturas.

Sob este processo, a seqüência de exercícios determinará acentuação do processo inflamatório facilitando novas rupturas.

Sinais/Sintomas:
Dor irradiada ao movimento
Sinais flogísticos (fase aguda 10 a 15 dias)
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