quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Tendinite de ombro no supra-espinhoso







O músculo supra-espinhoso é encontrado numa região conhecida como fossa supra-espinhal da escápula (aquela conhecida antigamente como "pá do ombro"!); e tem suas dimensões delimitadoras, que é desta região até o início ou cabeça do úmero; este que é o osso que constitui a região do nosso membro superior conhecida como braço (lembrete: o membro superior é formado de braço, antebraço, punho e mão).

A tendinite do músculo supra-espinhoso é uma lesão de característica inflamatória muito comum em nossa população, principalmente na que precisa dos braços para trabalhar. Ela pode ser resultante de inúmeros fatores: uso excessivo e por longo tempo; pegar peso demais; pancadas na região; posições mantidas por muito tempo; entre outros.

Entre os sinais e sintomas que possam caracterizar que você esta sofrendo de tendinite do supra-espinhoso estão: dificuldade de levantar o braço a altura da cabeça; de pegar um objeto muito ou pouco pesado (fraqueza e dor); dor ao pentear o cabelo, abotoar o sutiã ou coçar as costas; dor ao apertar o ombro; enfim, dificuldade de realizar qualquer movimento em que seja necessário rodar o braço e/ou levantá-lo acima da cabeça.

O tratamento deste acometimento é simples, porém demorado até se ter uma recuperação total; quando esta é possível. E, dependendo da gravidade do caso, pode ser necessário até uma intervenção cirúrgica neste tendão; sendo estes os casos mais avançados desta patologia.

A fisioterapia tem um papel importantíssimo no tratamento deste acometimento; tanto nos casos não cirúrgicos como nos casos cirúrgicos, onde neste último o fisioterapeuta atua antes e depois do procedimento. Entretanto é de fundamental importância que o paciente procure atendimento médico o mais precoce possível, pois quando mais cedo for diagnosticada, a tendinite terá melhor resultado quanto à melhora.

Não deixe de procurar o médico ao sentir qualquer sintoma de desordem no seu organismo. No caso específico da tendinite, ele irá realizar todos os exames necessários e intervir, quando preciso com administração medicamentosa. Esta administração de remédios (neste caso, de maioria analgésica e antiinflamatória) irá ser de fundamental importância para o sucesso do tratamento fisioterapêutico.

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