sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tendinite Patelar: o pesadelo de muitos corredores

mos que essa patologia atinge muitos corredores, mas muitos não têm conhecimento de sua causa e como ela pode ser tratada. Nesse artigo, daremos uma breve explicação afim de solucionar esse problema que atrapalha tanto nos treinamentos diários.

A tendinite patelar é uma síndrome por "overuse", muitas vezes além do limite de elasticidade e resistência do tendão. Essa inflamação é devida a microtraumas repetidos, que podem ocorrer devido a desequilíbrios musculares ou fadiga, alterações nos exercícios, erros de treinamento ou uma combinação de vários desses fatores.

Existem quatro graus de inflamação do tendão patelar:

  • Grau I: dor supra ou infrapatelar após a atividade, sem limitação para o exercício;
  • Grau II: dor no início e após a atividade física;
  • Grau III: dor durante a atividade física e limitação da função;
  • Grau IV: ruptura tendínea

    Outras causas podem ser associadas a alterações de postura da coluna vertebral e dos membros inferiores (hiperlordose, joelhos valgos ou varos e alterações da patela).

    A dor se localiza na inserção do quadríceps (acima da patela), no corpo do tendão ou na tuberosidade da tíbia (abaixo do joelho). Geralmente ela começa suave e melhora durante a atividade. Também encontramos encurtamento de posterior de coxa e panturrilha, diminuição da musculatura da coxa, "estalos" no joelho e inchaço no tendão.

    Uma vez identificada a tendinite patelar, é hora de partir para o tratamento. Os recursos fisioterapeuticos, que melhor atendem a essa patologia são a crioterapia (gelo), indicada para qualquer inflamação aguda e o uso da eletroterapia como Laser e Ultra-som, que auxiliam na cicatrização e na diminuição da inflamação do tendão.

    Avaliação - Uma avaliação precisa para identificar a real causa da lesão é essencial. A partir disso, pode ser traçado um plano de tratamento com exercícios de alongamento do mecanismo extensor do joelho, fortalecimento e reequilíbrio muscular da área comprometida (inicialmente exercícios isométricos) e o trabalho de propriocepção. Este deve ser feito apenas quando não há mais dor e a musculatura já estiver reequilibrada.

    O mais importante é citar que a prevenção é a principal arma contra essa patologia. Isso é feito com treinamentos em superfícies de menor impacto, exercícios de coordenação e alongamentos para melhorar a flexibilidade muscular.

  • Fonte: Webrun

    terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

    Exemplos de protetores para tendinite de calcaneo

    terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

    Tendinite calcarea


    Imagem encontrada no excelente Radiologia do Esporte


    É uma tendinopatia (alteração da espessura do tendão) com formação de calcificação (depósito de Cálcio) no manguito rotador (estruturas anatômicas que compõe a articulação do ombro), geralmente acontece no tendão do músculo supraespinhoso.

    Na maioria dos casos, evolui com regressão do quadro, há reabsorção do cálcio e diminuição da dor. Eventualmente isto não acontece, sendo necessário tratamento de reabilitação com fisioterapia, infiltração e até terapias por onda de choque (um tipo de ultrassom como aquele que trata da "pedra no rim").

    Qual a localização das calcificações? 
    Qualquer tendão do manguito rotador pode ser acometido. 
    Supraespinhoso é o mais acometido (50 a 80% dos casos) 
    Idade: 4 década nas mulheres e 5 década nos homens (discreta incidência maior em mulheres ) 

    Como é feito o Diagnóstico? 
    Rx simples 
    Depósitos de cálcio intratendinosos não contínuos com a cabeça do úmero. 
    Diagnostico diferencial com calcificações pequenas na região do grande tuberosidade que estão relacionadas com osteoartrose e doença degenerativa

    Qual o melhor Tratamento? 
     Terapia não operatória em 90% dos casos. 
     AINE, termo-terapia, físio analgésica, etc. 
     Terapia por Ondas de Choque (TOC) 
     Punção e lavagem 
     Cirurgia Aberta ou Artroscópica


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